Qual o objectivo,
De esmagar o genial,
Castigar o criativo,
Desrespeitar o original,
Pelo odioso padrão,
Que os ignorantes regem,
Para o qual não há razão,
Com que os crentes se iludem.
Ilusão errada,
Que fecha a porta,
Que devia estar escancarada,
Prende quem importa,
Solta o imbecil,
Podemos ser mais,
Mas querem povo inutil,
Que sejamos todos iguais.
Para quê Bolonha?
Tratado ignóbil,
Apresenta uma medonha,
Reforma estudantil,
Que agrada apenas,
Quem já tá formado,
Pois contra os mal-preparados,
Seus empregos tão assegurados.
Geração rasca?
Eu acho que há capacidade,
Bloqueada na política de tasca,
Desde tenra idade,
Somos um futuro,
E temo-lo na mão,
Aclaremos o escuro,
Façamos pacífica rebelião.
Revoltemos intelectualmente,
Provemos a verdade,
Criticando como Gil Vicente,
Mostramos a desigualdade,
Provemos que mesmo impingindo,
Big Brothers e afins,
E nosso intelecto denegrindo,
Não cancelam os nossos fins.
Mas para quê revoltar?
Que temos nós a temer?
Ao escrever acabei por notar,
E ao certo perceber,
Não querem reprimir,
Apenas nos ajudar,
Não conseguem sentir,
Porque os vamos ultrapassar.
Esta é a sua realidade,
Querendo ajudar prejudicam,
Não entendem toda a verdade,
Apenas a que identificam,
Devem prover segurança,
E algum desenvolvimento,
Mostrar ampla esperança,
No nosso crescimento.
Tudo depende de nós,
Mostrem capacidade,
Utilizem a vossa voz,
Com arte de verdade,
Façamos ver,
Deixemo-los notar,
Que para crescer,
Apenas têm que nos libertar!
De esmagar o genial,
Castigar o criativo,
Desrespeitar o original,
Pelo odioso padrão,
Que os ignorantes regem,
Para o qual não há razão,
Com que os crentes se iludem.
Ilusão errada,
Que fecha a porta,
Que devia estar escancarada,
Prende quem importa,
Solta o imbecil,
Podemos ser mais,
Mas querem povo inutil,
Que sejamos todos iguais.
Para quê Bolonha?
Tratado ignóbil,
Apresenta uma medonha,
Reforma estudantil,
Que agrada apenas,
Quem já tá formado,
Pois contra os mal-preparados,
Seus empregos tão assegurados.
Geração rasca?
Eu acho que há capacidade,
Bloqueada na política de tasca,
Desde tenra idade,
Somos um futuro,
E temo-lo na mão,
Aclaremos o escuro,
Façamos pacífica rebelião.
Revoltemos intelectualmente,
Provemos a verdade,
Criticando como Gil Vicente,
Mostramos a desigualdade,
Provemos que mesmo impingindo,
Big Brothers e afins,
E nosso intelecto denegrindo,
Não cancelam os nossos fins.
Mas para quê revoltar?
Que temos nós a temer?
Ao escrever acabei por notar,
E ao certo perceber,
Não querem reprimir,
Apenas nos ajudar,
Não conseguem sentir,
Porque os vamos ultrapassar.
Esta é a sua realidade,
Querendo ajudar prejudicam,
Não entendem toda a verdade,
Apenas a que identificam,
Devem prover segurança,
E algum desenvolvimento,
Mostrar ampla esperança,
No nosso crescimento.
Tudo depende de nós,
Mostrem capacidade,
Utilizem a vossa voz,
Com arte de verdade,
Façamos ver,
Deixemo-los notar,
Que para crescer,
Apenas têm que nos libertar!
