sábado, 24 de março de 2007

Fim-de-semana

Querido Diário,
Confidente calmante,
Amigo imaginário,
O dia foi desesperante...
Raio de Dia,
Este sábado,
Tira-me a alegria,
De ver a musa do pecado...
Pois nada sei,
Nem o seu nome,
Como ontem te contei,
Nem número de telefone.
Queria vê-la,
Falar com ela,
Poder defendê-la,
Como fosse minha donzela...
Será necessário?
O que tinha aquele rapaz?
Aquele infeliz otário?
Que não a deixa em paz.
Será que ela o ama?
Porque não o deixa?
O que mantém a chama?
Porque seu olhar se queixa?
Perguntei todo dia,
Mas não soube responder,
A ansiedade é doentia,
EU tenho que saber!!
Avizinha-se domingo,
Outro dia igual,
Curiosidade pingo,
P'ra meu grande mal...
Este fim-de-semana,
Vou ficar marado,
Olho pela persiana,
E não olho p'ra nenhum lado.
Agora me despeço,
Não sei mais que dizer,
Sinto que vou ter sucesso...
Amanhã ainda a vou ver!!

Um comentário:

Ângela Rocha disse...

Estou a ver que está difícil para ti...mas pensa que esta é a sensação para que todos vivemos, a sensação de sedução, de conquista e posteriormente de amor correspondido!!!
Fica feliz por viveres a vida com tal emoção...aproveita cada hora, minuto e segundo...são como pedras preciosas das quais não podes abrir mão ;)

Beijos