O fogo ia alto,
Na brasa da churrasqueira,
Premonição de sardinhada,
Naquela grande fumaceira,
Assim foi a entrada,
No grande S. João,
Caldo verde e sardinhas,
Música e animação,
E enquanto separava espinhas,
Lá aquecia o coração...
Era chegada hora,
De deixar familia atrás,
E de me ir embora,
A caminho da folia que satisfaz.
Alho porro e marteladas,
Caracterizavam a multidão,
Todas ruas paradas,
Enquanto guiava meu primo na confusão.
Era noite pra ele também,
Concerteza se entretiria,
Com os amigos como convém,
Neste tão festivo dia...
Eis que era minha vez,
Fugia aos agressivos alhos,
Era um, dois e três,
Mas como com eles nada quis,
Perseguiram-me como bandalhos,
Prontos a afectar o meu nariz...
Em passo apertado lá cheguei,
Onde amigos encontrei,
E como quem cumprimenta pedi,
"Era um fino para aqui!"
Um momento de convivio,
Como só a festa proporciona,
Houve demonstrações de carinho,
Que quando visto impressiona,
Mas festa não tem gostinho,
Sem mais gente a socializar,
E eis que meu amiguinho,
Uma amiga me ia apresentar...
Foi daí que sucedeu,
Nova gente fui conhecer,
Não percebi como aconteceu,
Mas às diversões fui ter,
Algo começou ali,
Divertia-me com quem estava,
E com sorte não me perdi,
Enquanto amigos cumprimentava,
O belo S. João lá me levou,
E fui dar à cervejeira festa,
Onde tudo parou,
Novo fôlego se manifesta,
Peguei a delicada mão,
E com o calor do momento,
Aumentou o ritmo do coração...
Uma caminhada grande,
Pareceu bastante pequena,
Para um sentimento que espande,
Aquela alegria plena,
Que fez uma noite fantástica,
Ou duas e continua a fazer,
Com a rapariga simpática,
Que estou a adorar conhecer,
E dizendo-lhe que não faria,
O poema acabei por escrever...
Que será que diria,
Se soubesse o que tou a fazer?
Na brasa da churrasqueira,
Premonição de sardinhada,
Naquela grande fumaceira,
Assim foi a entrada,
No grande S. João,
Caldo verde e sardinhas,
Música e animação,
E enquanto separava espinhas,
Lá aquecia o coração...
Era chegada hora,
De deixar familia atrás,
E de me ir embora,
A caminho da folia que satisfaz.
Alho porro e marteladas,
Caracterizavam a multidão,
Todas ruas paradas,
Enquanto guiava meu primo na confusão.
Era noite pra ele também,
Concerteza se entretiria,
Com os amigos como convém,
Neste tão festivo dia...
Eis que era minha vez,
Fugia aos agressivos alhos,
Era um, dois e três,
Mas como com eles nada quis,
Perseguiram-me como bandalhos,
Prontos a afectar o meu nariz...
Em passo apertado lá cheguei,
Onde amigos encontrei,
E como quem cumprimenta pedi,
"Era um fino para aqui!"
Um momento de convivio,
Como só a festa proporciona,
Houve demonstrações de carinho,
Que quando visto impressiona,
Mas festa não tem gostinho,
Sem mais gente a socializar,
E eis que meu amiguinho,
Uma amiga me ia apresentar...
Foi daí que sucedeu,
Nova gente fui conhecer,
Não percebi como aconteceu,
Mas às diversões fui ter,
Algo começou ali,
Divertia-me com quem estava,
E com sorte não me perdi,
Enquanto amigos cumprimentava,
O belo S. João lá me levou,
E fui dar à cervejeira festa,
Onde tudo parou,
Novo fôlego se manifesta,
Peguei a delicada mão,
E com o calor do momento,
Aumentou o ritmo do coração...
Uma caminhada grande,
Pareceu bastante pequena,
Para um sentimento que espande,
Aquela alegria plena,
Que fez uma noite fantástica,
Ou duas e continua a fazer,
Com a rapariga simpática,
Que estou a adorar conhecer,
E dizendo-lhe que não faria,
O poema acabei por escrever...
Que será que diria,
Se soubesse o que tou a fazer?

4 comentários:
Hmmmmm
malandro...
acho k o alho porro t afectou definitivamnt o cerebro
continua......
hehe
podes dixer o k andas a faxer que eu digo-te a resposta =P
é giro teres ficado com marcas......
beijo
Pois parece k n fui a única k comeu alho nakela s.joão!!!
Sim...um saboroso alho k ja tinha passado pla boca e nariz de inúmeras pessoas acabou na minha!!Fantástico!!Bandalhos!!
xD
Foi giro vá...engraçadito até!
beijos
''E com sorte não me perdi,
Enquanto amigos cumprimentava,
O belo S. João lá me levou''
foi nesta parte q eu apareci ;) eheh beijinho
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