Sigo a passo,
Este corredor,
Feito a belo traço,
Cada porta uma côr,
E com voz doce,
Numa prosa apelativa,
Pedem que fosse,
A uma realidade alternativa,
Assemelha-se a uma avendia,
Plena em comércio,
Com publicidade colorida,
Apelando ao desperdício,
Toldando a razão,
Mentindo em cinismo,
Culminando na sensação,
De tar a um passo do abismo...
Mas nem tudo é assim,
Há o pequeno comércio,
Que não tem como fim,
Apelar apenas ao vicio,
Representado em portas rudes,
De acesso complicado,
As mais belas virtudes,
Num corredor mal-amado...
Há cada vez número menor,
Destas portas virtuosas,
Prenunciando o pior,
Mostrando que não há mar de rosas,
Para a praia da vida,
Deixando apenas desejar,
Que a alma não fique perdida,
No corredor que existe ao sonhar...
Este corredor,
Feito a belo traço,
Cada porta uma côr,
E com voz doce,
Numa prosa apelativa,
Pedem que fosse,
A uma realidade alternativa,
Assemelha-se a uma avendia,
Plena em comércio,
Com publicidade colorida,
Apelando ao desperdício,
Toldando a razão,
Mentindo em cinismo,
Culminando na sensação,
De tar a um passo do abismo...
Mas nem tudo é assim,
Há o pequeno comércio,
Que não tem como fim,
Apelar apenas ao vicio,
Representado em portas rudes,
De acesso complicado,
As mais belas virtudes,
Num corredor mal-amado...
Há cada vez número menor,
Destas portas virtuosas,
Prenunciando o pior,
Mostrando que não há mar de rosas,
Para a praia da vida,
Deixando apenas desejar,
Que a alma não fique perdida,
No corredor que existe ao sonhar...

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